Concelho de Torres Vedras

Jornal do bloco maio2017 

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Assembleia Municipal

O Bloco de Esquerda de Torres Vedras congratula o movimento de cidadãos que levou a cabo a missão cívica de alertar a população acerca dos perigos da instalação de um Aterro de Resíduos Industriais que a empresa espanhola Befesa, com o apoio da Câmara Municipal, queria instalar em Torres Vedras. De facto, foi graças a este movimento social que todo o processo saiu da obscuridade dos gabinetes para as ruas, ganhando assim a transparência e a democracia.

Rita Calvário, candidata a deputada na Assembleia da República pelo Bloco de Esquerda (BE), percorreu no passado sábado, dia 28 de Maio, algumas ruas da cidade de Torres Vedras para distribuir o programa do Bloco para as eleições legislativas do próximo domingo, que tem como título: “Mudar de futuro pelo emprego e pela justiça fiscal”. Nele são apresentadas propostas para enfrentar a dívida, combater a dependência e salvar a economia.

A deputada e candidata do Bloco de Esquerda pelo distrito de Lisboa Rita Calvário participou, no dia 31 de Maio, num debate com representantes dos outros partidos com assento parlamentar sobre o "Futuro da Floresta na Região do Oeste", organizado pela AFLOESTE, uma recente associação interprofissional formada nesta zona.

O Bloco de Esquerda considera que o processo  de criação, em Torres Vedras, de um aterro pela Empresa espanhola Befesa está politicamente enviesado e marcado pela falta de transparência do executivo socialista daquela autarquia, que está a dar prioridade a interesses privados que não são os da população.

Opinião

Ou são os ventos, ou é o calor excecional, ou agora o frio persistente, aponta-se tudo menos a irresponsabilidade de um Governo INCOMPETENTE. 

Este não é um texto sobre a inauguração de uma loja gourmet; também não é sobre um dos prémios que Campo de Ourique vai recebendo, prémios esses que ninguém percebe bem o que premeiam, ou porque é que premeiam, apenas servem para que se crie uma marca que, como todas as outras, é apenas uma representação que serve pouco para resolver os problemas concretos das pessoas comuns.

Lisboa quer-se uma Cidade Partilhada, onde todos tenham o efectivo Direito à Cidade.

Ao insistir na candidatura de André Ventura, o PSD normaliza o inaceitável. As restantes candidaturas terão de dizer se aceitam dar cobertura à extrema-direita “laranja”. A pergunta é muito clara: que candidaturas estão disponíveis para integrar executivos onde esteja este PSD ou para integrar este PSD nos seus executivos? Em nome do humanismo, da tolerância e da inclusão, o Bloco nunca o fará. É o tempo próprio para Bernardino Soares (CDU) e Sónia Paixão (PS) esclarecerem as suas posições.

O Presidente da Câmara de Lisboa está em campanha eleitoral e, como tal, inaugura todos os
dias alguma “grande obra”. Mas ignora os problemas essenciais da maioria da população da cidade: habitação e transportes dignos.

Queremos uma autarquia com precariedade zero, integrando os precários e considerando na escolha dos fornecedores as práticas laborais destes.

Assunção Jekyll é a candidata que tenta lavar a face do que foi sua responsabilidade. Assunção Hyde é a ex-ministra de um governo responsável pela degradação do serviço público de transportes.